Quarta-feira, Julho 28, 2010

Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais reúne mais de 170 visitantes em São Paulo

(Por Fernanda Beziaco - Distribuidores e Mercado - Junho 2010)
Em sua oitava edição o RuralMax 2010 apresentou novas tecnologias para as áreas rurais do Brasil.

Eduardo Neger, Presidente da ABRATER

O RuralMax 2010, Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais, reuniu na primeira semana de maio, mais de 170 visitantes, em São Paulo. O evento é o maior do segmento na América Latina e apresentou diversas novidades tecnológicas, inclusive algumas inéditas para o segmento rural.

Atualmente, segundo pesquisa em andamento do Sindisat, Sindicato Nacional das Empresas Operadoras e Satélites, apresentado durante o evento pelo Presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude, apenas 2% dos domicílios rurais possuem acesso a internet.

Outro dado interessante divulgado é que o serviço de telecomunicações rurais representa um segmento de mercado que corresponde a 23% do PIB, Produto Interno Bruto, brasileiro. Isto representa cerca de 4% dos acessos à internet no país, atingindo aproximadamente 32 milhões de pessoas.Para Eduardo Neger, Presidente da ABRATER, este segmento tem se tornado atraente para novas empresas e investidores. “O segmento de telecomunicações rurais está deixando de ser um setor deficitário e dependente de subsídio público para se destacar como um promissor nicho de mercado, atraindo novas empresas e investidores”, comenta o executivo. Neger também mostrou otimismo em relação ao progresso no setor de telecomunicações rurais. “Nossas estimativas prevêem um crescimento mínimo da ordem de 20% ao ano. A internacionalização do agronegócio e a adoção de práticas sustentáveis e rastreabilidade são fatores que impulsionam a adoção das TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação) nos empreendimentos rurais”, conclui Eduardo.

Durante o evento diversas empresas mostraram suas soluções para o segmento, caso da empresa Hughes, que apresentou sistemas de acesso à internet via satélite, que pode prover conexão em áreas rurais e remotas em qualquer lugar do país. Na mesma linha de antenas, a empresa Aquário apresentou um produto que permite a captação de sinais de celulares em áreas afastadas das metrópoles.

Outra solução importante foi a TV Digital Rural lançado pela Rede Globo. O produto é um sistema que permite a captação do sinal digital da emissora fora dos limites urbanos do município, com alta qualidade e utilizando a tecnologia satélite.

As empresas NEGER Telecom e Qualcomm apresentaram novas tecnologias relacionadas à telefonia celular.

A NEGER, empresa brasileira de base tecnológica, com o equipamento Roteador 3G, que permite o compartilhamento de uma conexão celular entre diversos computadores e sua utilização em áreas rurais e a multinacional Qualcomm, com as soluções para atendimento rural utilizando a tecnologia CDMA, destacando a flexibilidade e o baixo custo deste tipo de sistema.

O RuralMax 2010 contou com a presença de importantes empresas do setor como a Globalstar, Tesacom, Arycom, Red Networks, Datalink, Parks, Amazônia Banda Larga, ATB, BratelCom, Kerax, Ragio, Sollaric, ST&S, Telecomseg, Teleco, Telecom Paulista, Tesa, Spectrus e Witzler Engenharia.

O evento é uma iniciativa da ABRATER, Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais, que também conta com o apoio de entidades como ABET, ABRAMULTI, ABRANET, SUCESU e TELCOMP.

Para saber mais, visite: http://www.ruralmax2010.com.br/

Em sua oitava edição a RuralMax 2010 atraiu mais de 170 pessoas para evento em São Paulo


Visitantes participaram de palestras sobre telecomunicações rurais durante todo o dia

Terça-feira, Julho 27, 2010

Futurecom 2010

O Futurecom tem procurado ao longo do tempo estabelecer parcerias com conceituadas Entidades de Classe que promovem e defendem os mais variados subsetores das Comunicações, relacionando-se também com outros segmentos, procurando com isto, gerar uma pluralidade e melhorar o networking entre os participantes do Evento.
Como já ocorreu nas edições anteriores, em 2010 a ABRATER apóia institucionalmente o Futurecom.

Quinta-feira, Março 11, 2010

RuralMAX 2010 - Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais


Apesar de todo o êxodo rural ocorrido no Brasil, ainda temos cerca de 19% da população brasileira vivendo na zona rural. Pode parecer uma proporção baixa, mas em número absolutos, são quase 32 milhões de pessoas no campo. E, assim como a população urbana, os moradores das áreas rurais também querem o acesso à educação, saúde, comunicação, bens de consumo, etc.

No que diz respeito à comunicação, mais especificamente, informática e internet, se na zona urbana a penetração dessas tecnologias no Brasil se mostra muito aquém do desejável, na zona rural os números são ainda mais acentuados. Enquanto 28% dos domicílios na zona urbana possuem computador, nas áreas rurais a penetração dessa tecnologia é de apenas 8%. Com relação à internet a diferença é também considerável: enquanto nas áreas urbanas 20% dos domicílios possuem acesso à internet, na zona rural são apenas 4%.

Em pesquisa do Comitê Gestor da Internet (CGI), o custo da conexão aparece como o principal motivo citado para ausência de internet nos domicílios que possuem computador, com 54% das respostas para o total do Brasil, sendo que indisponibilidade de conexão na área aparece apenas em quarto lugar, com 17% das respostas. No entanto, quando considerado apenas a área rural a falta de disponibilidade de conexões sobe para o segundo motivo mais citado para a falta de internet, com 27% das respostas. Nas áreas rurais da Região Norte a falta de disponibilidade atinge 56% das declarações, sendo o principal motivo para a falta de internet, superando até mesmo o custo.

Em um momento em que o governo elabora um plano para aumentar a penetração de internet banda larga no país, as pesquisas mostram que na área rural a falta de disponibilidade de conexão é um motivo quase tão importante quanto o custo para que tanta gente permaneça excluída do mundo on-line. As oportunidades de negócios no atendimento ao acesso à internet nas áreas rurais são tão grandes quanto o desafio tecnológico de fazê-lo mantendo um custo acessível.

No RuralMAX 2010, Congresso Brasileiro de Telecomunicações Rurais, representantes do governo, de empresas, membros das academia e todos os interessados no assunto terão uma oportunidade de debater como enfrentar esse desafio, o que já existe de alternativas e quais os caminhos mais promissores para incluir a população rural no mundo on-line.
O evento ocorrerá dia 6 de maio em São Paulo.
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Maiores informações no site http://www.ruralmax2010.com.br/ .

Quinta-feira, Fevereiro 25, 2010

movilforum Latinoamérica 2010

movilforum. O programa de parcerias da Vivo e Telefônica
movilforum é uma iniciativa de Vivo e Telefônica, destinada a promover a colaboração entre a operadora e a comunidade empresarial para o desenvolvimento de serviços e aplicações baseadas em telefonia.
Desde o inicio na Espanha em 2001, movilforum dirige seus esforços para conseguir que nossos clientes encontrem a melhor solução para melhorar seus processos de negócio e reunir no mesmo lugar os melhores desenvolvedores para oferecer soluções personalizadas a nossos clientes, sempre em linha com a necessidade do mercado.
O movilforum está presente em 15 países da América e Europa, e é a maior comunidade de soluções para empresas do mercado. Deste modo, movilforum consolida seu compromisso com o mercado, com inovação e criação de valor, tanto para as empresas desenvolvedores que fazem parte do programa quanto para clientes de grandes empresas, pequenas e médias e governo.
A ABRATER apóia institucionalmente o movilforum Latinoamerica 2010.

Quarta-feira, Dezembro 16, 2009

RuralMAX Amazônia - Missão Rio Negro - Sailing - Spot

RuralMAX Amazônia - Missão Rio Negro - Sailing - Spot

Segunda-feira, Setembro 21, 2009

Teles ignoram os conselhos de usuários

20/09/2009 - 09h30

Teles ignoram os Conselhos de Usuários


ELVIRA LOBATO
da Folha de S.Paulo, no Rio

Implantados há um ano, os conselhos de usuários das companhias telefônicas mostram-se, até agora, inúteis. Só podem opinar sobre a telefonia fixa (ligações locais e de longa distância), que é cada vez menos importante nas comunicações. Os celulares, a internet e a TV paga ficam fora de sua alçada.

Para agravar a situação, eles têm função apenas consultiva, e as teles não são obrigadas a acatar suas recomendações.

Órgão que representa teles diz apoiar maior ação para conselhos

Desde 2003, o número de telefones fixos em serviço das concessionárias diminuiu de 38,1 milhões para 34 milhões, enquanto o número de celulares saltou de 46,4 milhões para 159,6 milhões, o que dá uma dimensão do esvaziamento da atuação dos conselhos.

O setor é campeão de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor e nos juizados especiais, com 607,7 mil queixas nos Procons, nos últimos quatro anos, e as teles não querem que os conselhos sejam um canal de recepção de queixas.

O resultado é uma insatisfação crescente nos conselhos, que se veem como apêndices das operadoras, apenas para cumprir uma obrigação legal. Para cada 2 milhões de usuários de telefonia fixa, a Anatel exige a criação de um conselho.

Estão implantados 43 conselhos de usuários de telefonia no país, desde que a Anatel regulamentou o assunto, em janeiro de 2008. São 32 da Oi (Telemar e Brasil Telecom), oito da Telefônica e três da Embratel. As queixas entre os conselhos das operadoras são semelhantes, e a principal é com a desatenção com as sugestões apresentadas.

"Quando me perguntam sobre resultados práticos, sou obrigado a ficar com cara de interrogação. De concreto, não obtivemos nada", diz o engenheiro Eduardo Neger, integrante dos conselhos de usuários da Telefônica de São Paulo e de Campinas.

Presidente da Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais, Neger se ofereceu para participar dos conselhos por causa das dificuldades dos produtores rurais com o serviço de telefonia Ruralcel.

O Ruralcel é um programa para atender propriedades rurais distantes, com tecnologia sem fio, a preços de telefonia fixa. Segundo Neger, as empresas não divulgam o serviço, por não ser lucrativo. Sua missão no conselho é convencer a Telefônica a divulgar o produto. Diz que, após um ano, nenhuma de suas propostas foi acatada. Para ele, as empresas ainda não entenderam o papel que os conselhos podem ter de interlocução com os consumidores.

Na última quinta, a Folha acompanhou a reunião mensal do conselho de usuários da Oi, no Rio, e se deparou, também, com um clima de decepção.

O relatório de atividades do conselho fluminense, de 2008, lista várias recomendações ignoradas ou rejeitadas pela Oi. Foi negado, por exemplo, um espaço, no site da empresa, para que os usuários se comunicassem com o conselho. A empresa alegou que já tem um canal para receber as queixas dos usuários --o call center-- e ofereceu ao conselho um número de caixa postal dos Correios.

"Veja que contrassenso! Os usuários terão que usar os Correios para se comunicarem com uma telefônica", queixa-se o presidente do conselho, William Rocha.

Mão fechada

Outra reclamação é com a falta de apoio financeiro para as atividades propostas. Pela resolução 490/2008, da Anatel, que regulamenta os conselhos, as teles devem arcar com todas as despesas para realização das reuniões, inclusive despesas de transporte, alimentação e hospedagem dos membros.

Os conselhos têm orçamentos anuais predefinidos, mas cada despesa só é liberada com autorização da diretoria da tele, que fecha a mão.

A Embratel vetou a compra de passagem aérea para o conselho de São Paulo participar de uma reunião com a Anatel em Brasília, em setembro. A reunião teve de ser cancelada.

Segundo o conselheiro Geraldo Tunkel, o veto partiu do presidente da Embratel, que alegou que o encontro era iniciativa dos conselheiros. O regulamento só obriga as empresas a arcarem com a despesa se o encontro for proposto pela Anatel, e a tele interpretou o caso ao pé da letra.

A Oi vetou a contratação de um técnico para assessorar o conselho do Rio, mas levou os conselheiros do Rio Grande do Norte para visitar uma escola técnica patrocinada pela companhia, em Recife. O mesmo grupo visitará, em outubro, o call center da empresa, no Rio de Janeiro, embora a empresa tenha call center no Nordeste.

"É uma forma de promover a simpatia dos conselheiros", admite Nilson Morais, integrante do conselho da Oi em Natal. Apesar dos afagos a seu grupo, ele diz que os conselhos são um "jogo de faz de conta", porque não têm poder, são desconhecidos pelos usuários e ficam a reboque das empresas.


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Quinta-feira, Agosto 27, 2009

Seminário - CDMA 450MHz - Tecnologia, mercado e aplicações


Seminário - CDMA 450MHz - Tecnologia, mercado e aplicações

Dados do Evento:
Datas:
10 de Setembro de 2009

Local:
Mercure Grand Hotel Ibirapuera - São Paulo - SP

Duração:
1 dia

Público Alvo:
Executivos das operadoras de telefonia fixa e móvel, provedores de internet, executivos da Anatel, Ministério das Comunicações e indústria. Empresas rurais e demais interessados em telefonia rural.

O Evento:

No dia 24 de julho o Ministério das Comunicações publicou a tão esperada portaria que estabelece as diretrizes do Programa Nacional de Telecomunicações Rurais, consolidando assim a intenção do governo de fazer com que as empresas de telecomunicações expandam a oferta de voz e dados para as áreas fora dos centros urbanos, usando a faixa de 450MHz a 470Mhz.


O CDMA 450MHz tem alguns trunfos, como a capilaridade da tecnologia, presente em 75 países, 125 operadoras, totalizando 120 milhões de assinantes, e é o menor custo de infra-estrutura.

Uma única estação radiobase (ERB) é capaz de cobrir uma área de 50 a 60 quilômetros, dependendo da topologia local. Para “iluminar” esse mesmo raio seriam necessárias três ERBs GSM 800MHz ou 12 ERBs GSM 1800/1900 MHz ou 16 ERBs para a faixa de 2100 MHz. Outra vantagem da tecnologia é que é a única entre as concorrentes capaz de evoluir para o 1xEVDO revisão A, tecnologia “top de linha” em termos de terceira geração, com downloads de 3,1 Mbps e uploads de 1,8 Mbps. O CDMA evolui também até a Revisão B, com 14,7 Mbps no download e 5,4 Mbps no upload.
O programa deve ter início em 2010, com a intenção de cobrir toda a área de prestação de serviços em até 5 anos, sendo que todas as escolas públicas rurais situadas na área de prestação devem ser atendidas gratuitamente com banda larga.Existe a necessidade de “limpar” a faixa dos 450MHz, atualmente ocupada pelos serviços de retransmissão e circuito fechado de televisão; serviços móveis especializados; serviço limitado móvel privativo, radio taxi, serviços da Infraero, entre outros. A Anatel já iniciou quatro consultas, uma mudando a canalização e as condições de uso dessa freqüência e outras três realocando em outras faixas os serviços que usam atualmente essa faixa de espectro.
Considerando a relevância desse assunto, a Network Eventos, com o apoio do CDMA Development Group (CDG) realizará na cidade de São Paulo o Seminário CDMA 450 MHz – Tecnologia, Mercado e Aplicações.
Para mais informações e inscrições, clique aqui.
**ASSOCIADOS ABRATER TÊM 20% DE DESCONTO NA INSCRIÇÃO PARA O EVENTO **

Programação Temária Proposta:

08h30
CREDENCIAMENTO

09h00 – 09h30
Cerimônia de Abertura
Representante do Ministério das Comunicações*
Representante da ANATEL*
Antônio Eduardo Ripari Neger – Presidente – ABRATER confirmado
Eduardo Fumes Parajo – Presidente - ABRANET confirmado
Luis Cuza – Presidente da TELCOMP*

09h30 – 10h00
Palestra de Abertura:“CDMA 450: Panorama mundial e perspectivas para o futuro”.
Celedonio Von Wuthenau – Chairman paraAmérica Latina - CDG confirmado

10h00 – 10h30
Intervalo – Coffee Break

10h30 – 11h30
Painel 1: “Vantagens e Aplicações de Tecnologia”.
Representante QUALCOMM
Representante ZTE

11h30 – 12h10
Painel 2: “A Faixa de 450Mhz e a Universalização”.
Átila Augusto Souto – Diretor de Serviços e de Universalização de Telecomunicações – Ministério das Comunicações confirmado
Ricardo Itonaga – Gerente Geral de Planejamento e Contratação de Obrigações – ANATEL confirmado

12h10 – 13h30
INTERVALO PARA ALMOÇO

13h30 – 14h30
Painel 3: “CDMA 450: A Visão das Operadoras”.
Alain Riviere – Diretor de Regulamentação – OI*
Ayrton Capella Filho – Diretor de Assuntos Regulatórios – EMBRATEL*
Marcos Bafutto – Diretor de Assuntos Regulatórios – TELEFONICA*

14h30 – 15h30
Painel 4: “Modelos de Negócios Possíveis e Operadoras de Infraestrutura”.
Celedonio Von Wuthenau – Chairman para América Latina – CDG confirmado
Luiz Claudio Rosa – Consultor especializado confirmado
Marcos Oliveira – Gerente de Engenharia do Espectro - ANATEL*

15h30 – 16h00
Intervalo – Coffee Break

16h00 – 16h30
Palestra: “A Faixa de 450 MHz no Brasil: Regulamentação e Atendimento a Demanda”.
Maximiliano Salvadori Martinhão – Gerente Geral de Certificação Engenharia do Espectro – ANATEL confirmado

16h30 – 17h30
Painel 5: “A Faixa de 450Mhz no Brasil: Regulamentação e Atendimento a Demanda”.
Representante QUALCOMM
Representante ZTE

17h30 – 18h30
Mesa Redonda: “A Faixa de 450 Mhz nas Áreas Rurais do Brasil”: O IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO
Antônio Eduardo Ripari Neger – Presidente – ABRATER confirmado
Eduardo Fumes Parajo – Presidente - ABRANET confirmado
Luis Cuza – Presidente – TELCOMP
Representante MINICOM*

18h30
ENCERRAMENTO

*Aguardando confirmação (este programa pode sofrer eventuais alterações).

Terça-feira, Agosto 18, 2009

Defesa do SCM domina consulta sobre uso da faixa de 450 MHz



Grande parte das contribuições à consulta pública sobre a destinação da faixa de 450 MHz defende que o acesso à banda larga nas áreas rurais do país seja feito preferencialmente pelas operadoras com licença de SCM, especialmente, os pequenos provedores de internet.

É uma frente nova de disputa, uma vez que o desenho sugerido até aqui tanto pela Anatel quanto pelo Ministério das Comunicações é o de privilegiar a atuação das operadoras móveis.

A ideia do Minicom, inclusive, é replicar o artifício usado no leilão das frequências 3G, no qual as teles foram favorecidas com licenças mais baratas, mas assumiram a obrigação de levar a telefonia móvel a todos os municípios do país.

Em geral, a lógica que sustenta a maior parte dos argumentos é que as autorizadas de SCM estão capilarizadas pelo país, o que seria uma vantagem inclusive técnica, conhecem melhor a realidade local e estão próximas dos usuários.

Assim, os principais pontos elencados em defesa do SCM são:

1) As operadoras de SMP e STFC irão prover os serviços em cima de suas licenças de SCM, logo não há lógica em alijar os autorizados de SCM do processo;

2) As operadoras de SCM tem muito mais capilaridade e podem promover a inclusão digital mais rapidamente e com custos mais baixos para a população;

3) A exploração em caráter secundário não condiz com as operadoras SMP e STFC, pois elas tem como princípio oferecer serviços em faixas primárias, logo, nestas condições dificilmente farão grandes investimentos nestas faixas.

Nessa linha, a Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais (Abrater), entidade que reúne usuários, empresas instaladoras e de engenharia de sistemas de telecomunicações rurais, faz uma avaliação técnica da instalação dessa nova rede rural.

A entidade sustenta que não se pode considerar que uma estação radio base seja capaz de atender raios de 50 km no interior do país, especialmente sem a construção de infraestrutura adicional na propriedade rural receptora.

“O país não é plano. O morfologia da ocupação das regiões não é uniforme. É evidente que em boa parte dos casos será necessária a construção de torres, edículas ou instalação de antenas externas nas propriedades rurais. Regiões como por exemplo o Sul do Estado de Minas Gerais, de relevo montanhoso, demandarão intensamente este tipo de infra-estrutura adicional”, diz a entidade.

“A prática demonstra que os arranjos produtivos locais hoje existentes na instalação e manutenção de sistemas celulares fixos, rádios monocanais e terminais de Internet SCM satelitais ou via rádio (2,4 GHz ou 5,8 GHz) convergem para pequenas empresas locais próximas ao usuário rural”, defende a Abrater.

Como se vê, argumentos não faltam para uma aposta no SCM, entendido principalmente como um serviço de pequenos provedores, espalhados pelo país – há 1400 deles. Mas com o Ministério das Comunicações tentando realizar os leilões ainda em 2009, parece difícil acreditar numa mudança de orientação da política.

Segunda-feira, Março 30, 2009

ABRATER apóia o Futurecom 2009

O Futurecom tem procurado ao longo do tempo estabelecer parcerias com conceituadas Entidades de Classe que promovem e defendem os mais variados subsetores das Comunicações, relacionando-se também com outros segmentos, procurando com isto, gerar uma pluralidade e melhorar o networking entre os participantes do Evento.

Assim é com satisfação que a ABRATER acaba de confirmar seu apoio institucional à edição de 2009 do Futurecom.

Segunda-feira, Fevereiro 23, 2009

Evolution of Mobile Telephony in Latin America and its Impact on Rural Areas


Assuring equal opportunity in technological access


1- Initiatives from the demand side, focused on decreasing the costs of the agents so that lower income segments can access minimum service.

The prices of mobile terminals and the cost of services continue to be barriers in the adoption of mobile telephony in rural zones, particularly in lower income communities. Although prices of mobile terminals have decreased greatly in the last years, operators continue asking for a reduction of tariffs on terminal imports. These would collaborate in reducing the initial costs of entry to the service. On the other hand, a possible solution is the financing of mobile telephones by local credit entities, or even government programs for distribution of telephone cards by the basic organizations present in communities: for example to school principals, presidents of cooperatives, and healthcare centers, among others. Those policies must be considered based on local needs, taking into account objectives related to education, health and productive development.

One possible policy is to offer owners of medium and small businesses (PYMES) certain incentives to provide their employees working in the fields with a mobile device, which would increase business productivity. This in turn would derive in a “spillover effect” in the families of those workers, translating into positive social impact. We can cite the case of India, where the Grameen Phone Company, in collaboration with the Grameen Bank, granted small loans (micro loans) to access mobile telephones to women that subsequently provide the service to the inhabitants of the community where they live.

In the different cases, it is important to have the opinion of the affected communities and inhabitants so that the solutions implemented are in accordance with their communication needs.

2- Implementing official measurement of mobile penetration divided into rural and urban subscribers, to be able to evaluate development of this segment over time.

Current official statistics do not allow for a breakdown between rural and urban mobile telephony subscribers. This calculation in itself is incomplete, since many times the limits between rural and urban areas are extremely diffused. For example, one person can live in an urban area and carry out their economic activities in rural zones, and vice versa. Having measurements of this type would be the first step to the construction of goals to decrease the breach, and would help to understand exactly what the critical areas or actions are.

Although mobile coverage maps help to understand current coverage in a general manner, there are no concrete processes to review this coverage and this leads to serious problems when defining policies.

These measurements have already been performed in developed countries, such as in Spain and the United Kingdom (Parliamentary Office of Science and Technology, 2001).

3- Participation of civil society, international entities, local design and formulation authorities, as well as development of rural connectivity programs to assure that the needs of the agents are being covered.

The literature and experiences in matters of connectivity plans are varied. From the success of “community based networks” (UNDP, 2005), up to analysis of the limitations of many rural connectivity programs, as is the case of CTC in Argentina, there is a manifest need to have an extended degree of participation from local organizations and of other types in program development. Once again, the case of Grameen Phone is an example of the synergy between the private sector and the community (it is necessary to keep in mind that the success of the Graneen Bank is based on high population density in rural zones, access to micro loans and low interconnection rates37). Generating notification networks starting with a telephone in respect to access to information through SMS, such as prices, harvests, time, are actions that have worked in other countries such as Senegal, and have not yet been evidenced in a massive manner in the region’s rural areas.

Likewise, it is important to understand the policy on access to telecommunications as a part of more global social programs. As described, there are many programs destined to increasing rural productivity, and the same directors of the programs understand the weight of the mobile telephone in their success.

The possibility of interrelating connectivity programs with social and productive programs would
increase the degree of impact. It should be noted that civil society has not been absent in the diffusion and providing of digital connectivity in different rural zones of the countries in question. In fact, many initiatives try to attack the problem of the digital breach from a perspective of access to new technologies, particularly the use of computers and the Internet.

In Argentina the Nodo Tau, Era Digital or Centro Redes foundations, for example, actively participate and prepare programs seeking to decrease the digital breach. In Brazil we also find the Estação do Futuro Project, Viva Rio, CDI (Digital Inclusion Committee) and the Gemas da Terra network, among other NGOs. The latter was created in 2001 and currently manages a national network of rural community telecenters.

Mobilization of civil society is a factor that can improve the conditions for access to telephone services. Still incipient, there are organizations that seek to improve the communication situation in rural areas. In Brazil, there is a movement known as Abrater (Brazilian Association of Rural Telecommunications), whose mission is to “support the Brazilian effort for implementation of telecommunications systems in rural areas and locations removed from the large urban centers, for the promotion and development of voice and data services”. The association involves users, telecommunications systems engineering companies, and technicians involved in the installation, maintenance and operation of telecommunications systems destined to rural areas and regions of low population density.

This situation is replicated in other countries; however, there have been no particular local or national projects that directly involve the use of mobile telephony services. The increased closeness that Community Telecenters projects (CTC in Argentina, Telecenters in Colombia, CCD in Mexico, Infocenters in Peru, or Points of Access in Venezuela) generated among the national authorities in charge of ensuring the communications management in each country and the local governments, did not serve to include mobile telephony in the debate regarding the future of these projects.

4-Educating the population in respect to new technologies and the benefits they carry

Telecommunications, and especially mobile telephony, have to be seen as a priority in every nation’sagenda, since it is the ideal means to strengthen social integration. It has the characteristics to play an important role in social products, due to its ease to reach isolated zones and to its relatively low cost of operation, mobile services with mobile technology are ideal to complement other technologies to close the existing telecommunications breach.

The existence of a rural mobile telephony market is a growing reality. As the positive effects continue spilling over among users, as the degree of knowledge of its benefits increases simply due to its use in daily activities, the benefits will be even greater. In a not very far away future, it is probable that the inhabitants of rural zones can have access to high value added services from their mobile phone; it is even probable that the so much sought after decrease in the digital breach will finally occur through this device as opposed to the PC. Therefore, we must keep in mind the learning conditions needed to be able to take advantage of these applications.

Finally, mobile telephony has done much in the region. Today it is without a doubt, the preferred means of communication of most people in Latin America.

As could be expected, the inhabitants of rural areas have reacted positively to the service; an effort on the part of national governments could provide even more tangible benefits.

Conselho de Usuários do STFC São José dos Campos - SP


Conselho de Usuários > São José dos Campos

Membros do Conselho

Presidente
Carlos Alberto Sousa
Representante dos Usuários
Engenheiro

Vice-Presidente
Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais - ABRATER
Representado pelo Sr. Eugenio Cesar Harak
Engenheiro


Conselheiro
José Castro Filho
Representante dos Usuários
Técnico em Administração de Empresa

Secretário
João Francisco Carvalhaes
Representante da Telefônica

Conselho de Usuários do STFC Bauru - SP



Membros do Conselho

Presidente
Sergio Augusto Rossetto
Representante dos Usuários
Advogado

Vice-Presidente
Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais - ABRATER
Representado pelo Sr. José Orlando Witzler
Engenheiro

Conselheiro
Gunther Garg Jr.
Representante dos Usuários
Advogado e Engenheiro

Conselheiro
Hélio Spinosa
Representante dos Usuários
Relações Públicas

Conselheiro
José Fernando Veri
Representante dos Usuários
Engenheiro

Conselheiro
Lúcio Jacomini
Representante dos Usuários
Representante Comercial

Conselheiro
Paulo Sirinês Afonso
Representate dos Usuários
Técnico em Telecomunicações

Conselheiro
PROCON de Rancharia
Representado pela Sra. Ester Martins dos Santos
Advogada

Conselheiro
PROCON de Bauru
Representado pelo Sr. Amauri Carlos Guadanhin Roma
Advogado

Conselheiro
PROCON de Parapuã
Representado pelo Sr. Clóvis Eduardo Militão
Coordenador do Procon

Conselheiro
PROCON de Assis
Representado pela Sra. Daniela Ferreira Dias Batista
Advogada

Conselheiro
PROCON de Ourinhos
Representado pelo Sr. Ivo Cesar de Salles
Coordenador do Procon

Secretário
Leonidas Florencio Papallardi
Representante da Telefônica

Conselho de Usuários do STFC Piracicaba - SP


Conselho de Usuários > Piracicaba

Membros do Conselho

Presidente
Antonio Aparecido Pavini
Representante dos Usuários
Engenheiro

Vice-Presidente
Procon de Cerquilho
Representado pelo Sr. Benedito José da Silva Benati
Diretor do Procon de Cerquilho

Conselheiro
Evandro Antonio Ramos Terra Varonil de Souza
Representante dos Usuários
Empresário e Professor Universitário

Conselheiro
José Ferreira Matos
Representante dos Usuários
Advogado

Conselheiro
Maria Vilanyr Bráz de Freitas Dias
Representante dos Usuários
Psicóloga e Advogada

Conselheiro
Regina Aparecida Lelis Morais
Representante dos Usuários
Artesã

Conselheiro
Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais - ABRATER
Representado pelo Sr. Adriano Ricardo Cremasco
Empresário


Conselheiro
Procon de Boituva
Representado pelo Sr. Antonio Celso Miranda
Coordenador do Procon de Boituva

Conselheiro
Procon de Itapetininga
Representado pelo Sr. Juvenal Soares Larotonda
Advogado

Conselheiro
Associação Brasileira dos Provedores de Internet - ABRANET
Representado pelo Sr. Ricardo Augusto Marchi
Advogado

Conselheiro
Dimas Moises Tocchio
Representante dos Usuários
Advogado

Secretário
Waldomiro De Gobbi Junior
Representante da Telefônica

Conselho de Usuários do STFC Campinas - SP



Membros do Conselho

Presidente
Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais - ABRATER

Representado pelo Sr. Antonio Eduardo Ripari Neger
Engenheiro e Advogado

Vice-Presidente
Sociedade Brasileira dos Usuários de Informática e Telecom - SUCESU

Representado pelo Sr. Silvio Romero Ribeiro Tavares
Advogado

Conselheiro
Adriano Ricardo Cremasco

Representante dos Usuários
Empresário

Conselheiro
Evandro Antonio Ramos Terra Varonil de Souza

Representante dos Usuários
Empresário e Professor Universitário

Conselheiro
Isabel Aparecida de Barros Prado

Representante dos Usuários
Aposentada

Conselheiro
José Roberto Candido Ferreira

Representante dos Usuários
Advogado

Conselheiro
Mary Angela Pereira Sartori

Representante dos Usuários
Advogada

Conselheiro
José Salomão Fernandes

Representante dos Usuários
Advogado

Conselheiro
Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor e Cidadania

Representado pela Sra. Laura Regina Filigoi
Advogada

Conselheiro
Procon de Sumaré

Representado pela Sra. Roneli Arlene Mapelli
Advogada

Conselheiro
Procon de Votorantin

Representado pelo Sr. Silvio Fernandes
Téologo e Professor Universitário

Conselheiro
Associação Brasileira dos Provedores de Internet - ABRANET

Representado pelo Sr. Ricardo Augusto Marchi
Advogado

Secretário
Waldomiro De Gobbi Junior

Representante da Telefônica


Conselho de Usuários do STFC São Paulo - SP


Membros do Conselho

Presidente
Associação Brasileira dos Provedores de Internet - ABRANET
Representado pelo Sr. Eduardo Parajo
Presidente do Conselho Executivo da ABRANET

Vice-Presidente
Associação dos Usuários de Informática e Telecom - SUCESU
Representado pelo Sr. Sergio Sequeira
Vice Presidente da SUCESU - SP

Conselheiro
Jeferson Ripi da Silva
Representante dos Usuários
Analista de Controle

Conselheiro
Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais - ABRATER
Representado pelo Sr. Eduardo Neger
Engenheiro, Advogado e Presidente da ABRATER

Conselheiro
Ordem dos Advogados do Brasil - OAB - Secção São Paulo
Representado pelo Sr. José Eduardo Tavolieri de Oliveira
Advogado e Conselheiro da OAB

Secretário
Luiz Antonio Fiorito Neto
Representante da Telefônica

Sábado, Fevereiro 21, 2009

Associação dá suporte a telefone rural afetado por bloqueio de ERB

Telecom e Redes > Celulares
Associação dá suporte a telefone rural afetado por bloqueio de ERB
(http://idgnow.uol.com.br/telecom/2006/05/22/idgnoticia.2006-05-22.9811005702)
Por Daniela Braun, editora do IDG Now!
Publicada em 22 de maio de 2006 às 19h11
Atualizada em 22 de maio de 2006 às 19h17


São Paulo - Abrater oferece suporte gratuito para usuários do Ruralcel afetados pelo bloqueio de antenas próximas a presídios de São Paulo.

O bloqueio de estações rádio-base próximas a seis presídios do Estado de São Paulo também afetou alguns usuários do serviço de telefonia fixa Ruralcel, prestado pela Telefônica em áreas rurais.


O alerta foi feito pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Abrater), que decidiu oferecer suporte gratuito aos clientes afetados, por meio de empresas associadas ao Ruralcel."O sistema de telefonia rural utiliza uma antena de cerca de 20 metros e uma 'estação celular-fixa' - no formato de um videocassete - que capta o sinal da antena de telefonia celular e a converte em sinal de telefonia fixa", explica Antonio Eduardo Ripari Neger, presidente da Abrater.


O custo de instalação do sistema é de 2.500 a 3 mil reais e, segundo a Abrater, hoje deve contar com uma base total de mais de 22 mil usuários."O suporte gratuito envolve o redirecionamento da antena do usuário para o sinal de outra ERB, que não tenha sido bloqueada", detalha Neger.Os municípios de Avaré, Presidente Wenceslau, Iaras, Araraquara, São Vicente e Franco da Rocha afetados pelas medidas tomadas para bloqueio de celulares em presídios.

Procurada pela redação do IDG Now!, a Telefônica disse que não comentará o assunto.

A lista de empresas associadas que oferecem o suporte pode ser consultada no site da Abrater ou pelo e-mail abrater@abrater.org.br .

Conselho: elo entre usuário e Telefônica

24/07/2008 - Jornal Cidade de Bauru

Conselho: elo entre usuário e Telefônica
Constituído, o órgão, de caráter consultivo, visa o aperfeiçoamento e melhoria dos serviços para usuários de telefonia fixa

Gabriel Ottoboni

Bauru já possui o Conselho Regional de Usuários do Sistema Telefônico Fixo Comutado (STFC). O órgão foi implantado na noite de anteontem, quando foram empossados 12 conselheiros. O órgão visa o “aperfeiçoamento, melhoria e bem-estar” dos usuários de linha telefônica fixa. Foram escolhidos seis representantes da sociedade civil e seis de entidades com perfil de defesa do consumidor.

Após votação que definiu o advogado Sérgio Augusto Rossetto como presidente, com mandato de três anos (José Orlando Witzler, da Associação Brasileira de Telefonia Rural (Abrater), é o vice), houve a primeira reunião para aprovar o regimento interno do conselho, cujo conteúdo em parte foi extraído da resolução da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que prevê sua criação.

“O básico do nosso trabalho será o de estabelecer um canal de comunicação entre a Telefônica e a sociedade civil, incluindo pessoas jurídicas”, explica Rossetto. “Vamos identificar as possibilidades de aprimorar o serviço de telefone fixo comutado, assim como formular sugestões e propostas visando a melhoria e a modificação ou eventual implantação de alguma outra necessidade”, avalia. Outra atribuição do conselho é cooperar com a prestadora de serviço e disseminar seus programas educativos, além de propor soluções para eventuais conflitos entre usuários e a prestadora.

De caráter consultivo, a Telefônica não é obrigada, no entanto, a acatar as sugestões do conselho, fato que não preocupa Rossetto. “Se algo indagado estiver dentro da resolução da Anatel e aquilo que as legislações que regem o setor determinam, podemos acionar a Justiça”.

O conselho ainda não possui sede fixa. Caso o consumidor (ou pessoas físicas) tenha alguma crítica, sugestão ou reclamação a fazer, as solicitações poderão ser encaminhadas provisoriamente para o endereço eletrônico sergio.rossetto@ig.com.br, ou pelo telefone (14) 3223-1332.

“A partir do momento em que as pessoas souberem que há um conselho registrado na Anatel, haverá inúmeros pedidos e solicitações”, diz. “Acredito que o campeão será o item reclamação. Mas a partir do momento em que resolvermos esses problemas, esse índice deve diminuir”, aposta.

Serão quatro reuniões por ano. Na próxima, agendada para o dia 19 de agosto, será definido o local onde irá ocorrer o próximo encontro. “O conselho possui uma verba, pequena, para essas reuniões e material de escritório. Vamos providenciar a sede o mais rápido possível”.

Em relação a prazos, ele afirma que serão instituídos limites dependendo da complexidade do problema. Haverá prazo para respostas da Telefônica em relação ao pedido do conselho e também para a solução dos casos.

A criação do conselho está prevista no contrato de concessão das empresas junto à Anatel, que regula o setor, através da Resolução número 490 de 24 de janeiro. A determinação é válida para todas as operadoras de telefonia fixa do Brasil.

Procon espera solução

Representado pelo diretor Amauri Roma, o Procon de Bauru possui uma cadeira no conselho. O órgão recebeu convite da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e obteve autorização da Fundação Procon, de São Paulo. “Já fazemos um trabalho de defesa do consumidor e essa é mais uma oportunidade de reivindicarmos melhorias no atendimento das operadoras para o consumidor, que é a atribuição do conselho”, explica Roma.

Ele acredita que a relação com a operadora deverá melhorar. “Queremos a solução de maneira rápida e prática para o consumidor”.

Até ontem, o ramo de telefonia móvel e fixa continuava em primeiro lugar no ranking de reclamações em Bauru, com 583 de um total de 1.818. “Esperamos que as reivindicações sejam ouvidas e providências sejam tomadas (pelo conselho). Essa é a esperança”

9a. Rio Wireless International Conference

O Evento

A implantação das tecnologias de banda larga móvel abre uma nova era para as comunicações no Brasil: a Internet Móvel.

As novas tecnologias de redes sem fio não são apenas um modo mais rápido de utilizar aplicações já existentes. Elas abrem possibilidades para o desenvolvimento de aplicações inteiramente novas, com a utilização de terminais diferenciados e inovadores.

As novas oportunidades já são claramente percebidas por empresas que não são fornecedores tradicionais do mundo Telecom. Não é por acaso que os terminais mais inovadores que foram recentemente lançados, o I-Phone e o Android, foram desenvolvidos pela Apple e pelo Google, anteriormente dedicados à Internet e Informática. Também não é por acaso que, em ambos os casos, as empresas abriram seus sistemas operacionais para uso de desenvolvedores de aplicativos independentes, reconhecendo que as novas possibilidades de aplicação são tão amplas que o sucesso de suas iniciativas depende da oferta de grande variedade de aplicativos, o que não seria viável se contassem apenas com seus próprios recursos de desenvolvimento.

Os novos terminais são efetivamente convergentes, capazes de acessar indistintamente as redes 3G, Wi-Fi ou GPS em diferentes faixas de freqüências, além de aplicativos típicos de TI, como o Office, de Internet,como o e-mail e o Google Maps, de TV,aberta ou por assinatura, e de telefonia, já que até falam!

Diante desse cenário, a Rio Wireless, que tem se notabilizado por apontar os caminhos futuros para essa área, única em seu dinamismo e velocidade de inovação, realiza sua 9ª edição com foco nas oportunidades e desafios que se apresentam em mais um momento de transição disruptiva: a revolução da banda larga móvel!Para tanto, o evento abordará o novo cenário pela óptica de quatro aspectos:

• Regulação

• Tecnologia

• Aplicações

• Mercados



Para mais informações sobre este evento envie um e-mail p/ marketing@networkeventos.com.br

Este evento conta com o apoio institucional da ABRATER (Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais)

Fabricante aposta no setor rural para crescer em SP


TELECOM: Fabricante aposta no setor rural para crescer em SP


SÃO PAULO, 3 de março de 2005 - A Telecom Paulista aposta na migração dos celulares rurais da plataforma analógica para a digital em São Paulo para elevar sua receita em até 60% em 2005.


A companhia é uma das quinze qualificadas pela Telefônica para atender o público do interior do Estado, de cerca de 30 mil assinantes. A campanha pela substituição começou em agosto passado e deve levar um ano e meio. Além de eliminar os problemas operacionais do modelo analógico, a operadora quer reduzir o número de clonagens de aparelhos que operam na tecnologia antiga, que provocou prejuízos da ordem de R$ 4 milhões só no ano passado.


Em parceria com a coreana Westech, a Telecom Paulista lançou seu aparelho digital, com o qual pretende conquistar 70% das migrações. A troca de estação, incluindo os serviços técnicos, é estimada pelo presidente da companhia, Ronan Franklin, em R$ 1,8 mil, incluindo os serviços técnicos. "Para quem vai instalar a primeira linha, o preço varia de R$ 2,2 mil a R$ 3,5 mil, dependendo da topografia da região", diz, estimando que esse público seja de até 70 mil residências. A Telecom Paulista também já iniciou conversações com operadoras de outros estados. Franklin estima que a planta nacional de telefones celulares rurais do modelo analógico, que terão que ser substituídos pela digital nos próximos anos seja de 200 mil pontos.


O executivo disse que a Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais (Abrater), da qual é diretor, está negociando com o Banco do Brasil a formação de uma linha de financiamento para os revendedores do produto que, por sua vez, poderiam repassá-la aos consumidores finais. De acordo com Franklin, a estação digital da Telecom Paulista permite transmissão de dados de até 56k, mas a linha de freqüência da Telefônica opera em velocidade máxima de até 19,6k. "É o suficiente para os usuários desse serviço poderem usar serviços básicos de internet, como o pagamento de contas, por exemplo", diz.


(Aluisio Alves - InvestNews)

Futurecom Ano 10


ABINEE apóia institucionalmente o Futurecom Ano 10!


ABINEE, Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, formaliza seu importante apoio ao Futurecom Ano 10.


Mais uma renomada instituição vem reforçar o time de Apoio Institucional composto por: ABERIMEST, ABL, ABRAFIX, ABRANET, ABRATER, ABT, ABTA, ACATE, ACEL, ASSESPRO, ANANÃ, BRISA, Camara-e.net, Ministério das Comunicações, Instituto de Engenharia, SUCESU-Nacional, Telebrasil, Teleco, Telecom, TelComp, São Paulo Convention & Visitors Bureau e São Paulo Turismo.

WiMax Brazil Conference & Expo 2007


WiMax Brazil Conference & Expo 2007 – 6 e 7 de novembro, em São Paulo

A terceira edição brasileira do evento conta com patrocínio de grandes fornecedores e apoio de importantes instituições

Com o patrocínio Alcatel-Lucent, Alvarion, Beceem, Huawei e Nortel, grandes fornecedores do setor de tecnologia, o WiMax Brazil Conference & Expo volta a ser realizado no País, reunindo a comunidade de negócios voltados à solução WiMax e suas aplicações. Esta, que é a terceira edição brasileira do evento, será realizada em novembro, dias 6 e 7, em São Paulo.

O evento conta, ainda, com o apoio institucional da Aberimest, Abeprest, ABTA, Abrater, Câmara-e Net, Fiap, Internet Sul e Telebrasil.


O WiMax Brazil 2007, com a proposta de fomentar a discussão dos assuntos em volta da tecnologia WiMax, terá a presença de três representantes do WiMax Forum internacional. São eles: Mo Shakouri, vice-presidente de Marketing, Edward Agis, responsável pelo Grupo de Certificação, e Tim Hewitt, presidente de Assuntos Regulatórios.


A conferência traz temas abrangentes, oferecendo aos participantes todas as informações necessárias sobre as oportunidades de negócios, riscos, produtos, serviços e aplicativos atualmente disponíveis. Como no ano passado, o evento terá uma área dedicada à exposição.

Conselho de Usuários do Serviço de Telefonia Fixa


Noticia públicada em: 28/7/2008 08:56:50

Informativo Procon Votorantim



Em cumprimento a Resolução n° 490, de 24 de janeiro de 2008, da Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, fica obrigado nos termos dessa portaria a criação do Conselho de Usuários do Serviço de Telefonia Fixa e Móvel.


Assim a convite da Anatel o Departamento de Proteção de Defesa do Consumidor de Votorantim – Procon Votorantim foi participar da eleição que comporia a mesa do Conselho de Usuários da Região de Campinas e Sorocaba. Essa primeira reunião para eleição da mesa do CURCS ocorreu em 18 de julho e na ocasião foram eleitos doze membros para a mesa, sendo seis usuários e seis entidades de defesa do usuário de telefonia ficando então eleito as entidades: Abrater, IBDC, Abranet, Sucesu, Procon Sumaré (para região de Campinas) e Procon Votorantim (para região de Sorocaba).


O Conselho de Usuários tem como atribuição principal dada pela Anatel a fiscalização da empresa de Telefonia, a Telefônica S.A., bem como encaminhamento de propostas de melhorias e captação de reclamações de ordem coletivas.


Assim o Procon Votorantim se coloca à disposição das entidades de re- presentatividades para receber reclamações de ordem coletivas ou difusas para ser trabalhada pelo Procon local, bem como encaminhamento ao Conselho de Usuários. Direcionamento: procon@votorantim.sp.gov .br em nome de Silvio - Diretor do DPDC Municipal e representante regional da Fundação Procon SP.

Procon - Departamento de Proteção e Defesa do Comsumidor

Candidatos ao conselho consultivo aguardam definição do Minicom


Candidatos ao conselho consultivo aguardam definição do Minicom
Mariana Mazza e Samuel Possebon - TELA VIVA News 25.02.2008

Durante o seminário Política de (Tele)comunicações, organizado esta semana pela Converge, o presidente da Anatel, embaixador Ronaldo Sardenberg, expôs seu desconforto em apresentar matérias de apelo como a mudança do Plono Geral de Outorgas (etapa necessária a uma eventual fusão entre Oi e Brasil Telecom) a um conselho consultivo descaracterizado por conta da ausência de representantes diretos da sociedade. A responsabilidade recai sobre o Ministério das Comunicações, que deverá selecionar entre os candidatos os nomes que serão apresentados ao Presidente da República. E candidatos não faltam.
Lista obtida por este noticiário mostra que as entidades civis de alguma forma envolvidas com o setor de telecomunicações já apresentaram ao ministério dezenas de nomes para as duas vagas representativas das entidades e uma terceira em nome da sociedade. Ao todo, 11 entidades apresentaram listas tríplices com 31 candidatos diferentes às vagas. Os únicos dois nomes que aparecem duas vezes na lista são de Eduardo Fumes Parajo, presidente da Abranet, dos provedores de internet; e de Antonio Eduardo Ripari Neger, presidente da Abrater, que defende as telecomunicações rurais.
A diversidade de interessados em entrar no conselho consultivo mostra que a pendência é administrativa apenas: candidatos existem, falta apenas escolher os "vencedores". Quando o assunto são as vagas reservadas às associações das empresas, o cenário não é muito diferente. A falta de consenso entre as teles tem incomodado o Minicom, que ficou com a incumbência delicada de selecionar quem levará a cadeira. O nome mais cotado continua sendo do vice-presidente de regulação da Brasil Telecom, Francisco Perrone.
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Associação dá suporte a telefone rural afetado por bloqueio de ERB


Telecom > Regulamentações
Associação dá suporte a telefone rural afetado por bloqueio de ERB
(http://computerworld.uol.com.br/telecom/2006/05/22/idgnoticia.2006-05-22.7173780423)
Por Daniela Braun, do IDG Now!
Publicada em 22 de maio de 2006 - 18h54 - Atualizada em 23 de janeiro de 2009 - 02h12


Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais oferece suporte gratuito para usuários do Ruralcel afetados pelo bloqueio de antenas próximas a presídios de São Paulo.


O bloqueio de estações rádio-base próximas a seis presídios do Estado de São Paulo também afetou alguns usuários do serviço de telefonia fixa Ruralcel, prestado pela Telefônica em áreas rurais.


O alerta foi feito pela Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais (Abrater), que decidiu oferecer suporte gratuito aos clientes afetados, por meio de empresas associadas ao Ruralcel.


"O sistema de telefonia rural utiliza uma antena de cerca de 20 metros e uma 'estação celular-fixa' - no formato de um videocassete - que capta o sinal da antena de telefonia celular e a converte em sinal de telefonia fixa", explica Antonio Eduardo Ripari Neger, presidente da Abrater.

O custo de instalação do sistema é de 2.500 a 3 mil reais e, segundo a Abrater, hoje deve contar com uma base total de mais de 22 mil usuários.

"O suporte gratuito envolve o redirecionamento da antena do usuário para o sinal de outra ERB, que não tenha sido bloqueada", detalha Neger.

Os municípios de Avaré, Presidente Wenceslau, Iaras, Araraquara, São Vicente e Franco da Rocha afetados pelas medidas tomadas para bloqueio de celulares em presídios.

A lista de empresas associadas que oferecem o suporte pode ser consultada no site da Abrater ou pelo e-mail
abrater@abrater.org.br .

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ABRATER na Telexpo 2006


Estande da ABRATER (Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais) na TELEXPO 2006, a maior feira de telecomunicações da América Latina, realizada em março de 2006 em São Paulo. Entrevista com o presidente da entidade, Eduardo Neger, veiculada no programa Feiras e Negócios da TV Gazeta.



Sábado, Maio 26, 2007

Telefone Via Satélite

O Telefone Móvel Satelital Globalstar atende as necessidades de quem precisa de comunicação com mobilidade em áreas onde não há cobertura da telefonia fixa ou celular. O GSP 1600 permite a habilitação de uma linha celular analógica ou CDMA, além de poder ser conectado a um laptop ou agenda eletrônica para transmissão de dados e acesso à Internet através do cabo GDC 1200 (vendido separadamente). O aparelho permite também o recebimento de mensagem de texto (MIL).


A tecnologia de comunicação via satélites Globalstar garante transmissão de voz de alta qualidade, sem atraso ou som metalizado. Com Globalstar, é possível fazer chamadas para e receber chamadas de qualquer telefone fixo ou móvel de qualquer lugar do mundo.

Apesar de caro quando comparado com telefones fixos ou celulares, o sistema leva telecomunicações a qualquer lugar. Na verdade, complementa a telefonia fixa ou celular. Ou seja, com os aparelhos da Globalstar, você pode ter um telefone que pode ser utilizado como um convencional ou um celular, com a vantagem de poder estar em qualquer lugar do território nacional e até 500 milhas náuticas.
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Uma das curiosas aplicações desta tecnologia foi nas eleições brasileiras. Algumas regiões remotas do Brasil utilizaram telefones Globalstar para transmitir os resultados das urnas eletrônicas, com rapidez e segurança.
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O vídeo abaixo ilustra a aplicação nas eleições brasileiras de 2004:

O vídeo abaixo ilustra a aplicação nas eleições brasileiras de 2006:


Quarta-feira, Novembro 15, 2006

Telefonia Rural - Ruralcel

Alguns estados do Brasil, ainda na época do sistema Telebrás, criaram programas de atendimento para telefonia rural aproveitando a infra estrutura do serviço móvel celular.

No estado de São Paulo, ainda hoje existe o Ruralcel. Sob responsabilidade da Telefônica, o serviço provê acesso básico de voz aos usuários de áreas rurais ou regiões FATB (Fora da Área de Tarifação Básica) através de estações celulares fixas. Estas estações, que inicialmente operavam somente na plataforma analógioca AMPS, hoje operam na plataforma digital CDMA da Vivo.
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Mesmo utilizando a plataforma da Vivo, para o usuário o serviço é transparente. Ele recebe um número da rede fixa da Telefônica, assim como suas contas, tarifadas praticamente com telefone fixo.

Um dos equipamentos mais utilizados nesta planta é a estação celular fixa Cellfix. Disponível nas tecnologias analógicas AMPS e nas tecnologias digitais TDMA, CDMA e GSM, o equipamento permite a conexão de diversas extensões e até mesmo o acesso à Internet.
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Outros estados, como o Rio Grande do Sul e o Distrito Federal, possuem programas semelhantes, mas com condições distintas de tarifação e até mesmo outras designações, como Ruralvan, por exemplo. O portifólio completo de equipamentos para este tipo de aplicação pode ser encontrado em www.interfacecelular.com.br .

Domingo, Novembro 12, 2006

Internet Via Satélite

Uma boa surpresa no mercado de Internet banda larga via satélite tem sido os serviços da RuralWeb. Utilizando equipamentos com tecnologia de última geração, a empresa tem apresentado serviços com qualidade superior a de seus concorrentes diretos no mercado.
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Os preços dos serviços de Internet via satélite são e serão sempre maiores que outros meios convencionais (Internet via rádio, ADSL, cabo, dial-up), em virtude da pesada estrutura de custos demandada por um sistema satelital, desde o satélite propriamente dito, passando pelos Gateways terrestres até o equipamento do cliente, a VSAT. No Brasil, ainda somamos a pesada carga tributária que incide sobre estes serviços.

Mas a tendência dos preços é de queda. Prova disso é a RuralWeb, que já oferta preços menores que as demais operadoras de acesso à Internet via satélite do mercado brasileiro, com maiores franquias de utilização e velocidades de link superiores.

A grande vantagem da solução via satélite é sua disponibilidade em todo o território nacional. É praticamente a única forma de acesso para áreas rurais, pequenos municípios e regiões remotas distantes dos centros urbanos.

Muitos empreendedores do interior do país estão montando pequenos provedores de acesso, lan houses e ciber cafés baseados neste tipo de solução. É certamente a via mais rápida para uma inclusão digital geograficamente mais abrangente.